
Mais uma parda injustiçada pelas Bancas de Heteroidentificação. Devolvam a vaga de Samille!
O drama de uma jovem parda que, mesmo com decisão judicial, teve sua vaga na Medicina negada pela UFF Confesso que, quando decidi estudar os
O drama de uma jovem parda que, mesmo com decisão judicial, teve sua vaga na Medicina negada pela UFF Confesso que, quando decidi estudar os
Estou indo pegar ônibus de viagem na rodoviária pro feriado e roubaram minha carteira em Niterói, por isso estou usando a carteira de trabalho como
Noção se baseia em experiência concreta de pessoas mestiças, não em essencialismo. Nesta semana, o historiador Roberto Pereira publicou o artigo “Neonegros e neofreyrianos podem
São as lutas que precisam se adequar à realidade vivida por milhões — não o contrário. Começo este texto com um gesto de reverência —
É horrível demais olhar para aqueles objetos de tortura e saber que meus ancestrais sangraram aqui, mas que meus outros ancestrais também fizeram sangrar. Na
Embora, teoricamente, pretos e pardos tenham estes direitos garantidos, na prática, muitos pardos enfrentam desafios na identificação, pois seus fenótipos ambíguos e mestiços nem sempre são
Marley, mesmo que inconscientemente, personificou essa consciência mestiça ao rejeitar ‘escolher um lado’ de suas ascendências e aceitar que seu corpo é fronteiriço Bob Marley
É possível se afirmar mestiço, compreender a experiência e ainda combater o racismo. A parditude é real, legítima e merece ser reconhecida e respeitada Parditude.
Existe uma ideia distorcida de que uma pessoa mestiça, devido à sua múltipla origem, supostamente teria a possibilidade de ignorar a realidade corpórea Ao abordar
“Não existe meio humano. Você é quem é. Em África “não higienizamos o sangue”, não excluímos nenhum antepassado” Um dos grandes desafios que enfrentamos no